
"Estamos honrados em compartilharmos enquanto alunos juntamente com a família FAVENI deste momento ímpar de crescimento. Entendemos que a proposta da FAVENI é ser um diferencial na construção de uma sociedade consciente e capaz. Caminhamos lado a lado no objetivo de contribuir para uma sociedade mais consciente, justa e capaz". (Elaine, Josilaine, Luiz e Raquel)
Entre as faculdades localizadas fora da Grande Vitória, a FAVENI é a 3° melhor colocada do Estado A Faculdade Venda Nova do Imigrante- FAVENI comprova sua qualidade e seu compromisso com a educação, sendo destaque entre instituições de ensino superior do Espírito Santo. De 11ª colocada no ano anterior, subiu para a 9ª posição entre as faculdades particulares capixabas, de acordo com o índice Geral de Cursos (IGC), critério utilizado pelo Ministério da Educação (MEC) para monitorar a qualidade do ensino universitário no país. Vale destacar também que, entre as faculdades localizadas fora da Grande Vitória, a FAVENI é a 3° melhor colocada. A FAVENI teve os dois cursos avaliados (administração e pedagogia) e obteve 258 pontos de ICG contínuo. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (31 de agosto). Mais uma vez a faculdade saiu na frente de outras instituições de ensino superior da Região Serrana e tradicionais da Grande Vitória. Ao todo, foram avaliadas 73 instituições no Espírito Santo. Onze instituições do Estado não obtiveram nenhum conceito. O IGC de cada instituição resume a qualidade de cursos de graduação, mestrado e doutorado, distribuídos pelos vários campi da instituição. São utilizados no cálculo do indicador a média dos Conceitos Preliminares de Curso (CPCs) da instituição - componente relativo à graduação - e o conceito fixado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para a pós-graduação. A média dos conceitos dos cursos é ponderada pela distribuição dos alunos entre os diferentes níveis de ensino (graduação, mestrado e doutorado). A direção da FAVENI credita a boa posição ao melhoramento da titulação de professores e ao bom desempenho dos alunos no Enade. Mais uma vez diretores, professores e coordenadores comemoram esta conquista, na certeza de que outras boas notícias virão.
FONTE: www.faveni.edu.br

Características da Escola Humana
ResponderExcluirPrimeira - A escola humana não se apresenta como modelo, onde o sujeito vai, escolhe o manequim, veste a (beca) carapuça e sai diplomado, moderno, pronto, preparado para o futuro, nem um pouco preparado para o presente.
Segunda - A escola humana propõe o trabalho pedagógico, com vistas a formar a consciência de que o sujeito é capaz de transcender a qualquer dificuldade e assumir seu verdadeiro espaço. Ali pobreza não é sinônimo de incompetência.
Terceira - A escola humana conceitua o homem como “ser criado à imagem e semelhança de Deus”, com potencial para alcançar a plenitude, através de seu próprio esforço, como ser predestinado à auto-realização e à felicidade.
Quarta - A escola humana ajuda a valorizar talentos, a aperfeiçoar dons, a descobrir competências, a formar hábitos e atitudes que identifiquem o homem em harmonia com os outros e com o mundo.
Quinta - A escola humana trabalha pelo equilíbrio ecológico, situando o homem no centro de suas atenções, para preservar a humanidade, educando para a solidariedade.
Sexta - A escola humana rejeita qualquer manifestação de violência, esteja ela inserida nos conceitos e preconceitos, nos programas e currículos, na palavra, nos livros, na comunicação, nas atitudes.
Sétima - A escola humana desconhece motivos de pessimismo, de conformismo, de omissão, incompreensão, incompetência. Pelo esforço mútuo, luta pelo sucesso e pela vitória.
Oitava - A escola humana busca parceria com todos os segmentos da sociedade e se alia aos movimentos comunitários, em prol da vida, da saúde, da educação, da ecologia, da paz.
Nona - A escola humana não aceita a discriminação, nem estratifica seres humanos por suas condições sociais.
Décima - A escola humana não classifica alunos como ótimos ou ruins, fortes nem fracos. Através do esforço, da atitude e do desempenho, todos são fortes e capazes de vencer. O sistema de avaliação é processado, através do entendimento, num verdadeiro clima de negociação, onde há também espaço para a auto-avaliação.
Ivone Boechat
(extraído do livro Por uma Escola Humana
Liberdade
ResponderExcluirIvone Boechat
A liberdade não é um pássaro voando no azul do infinito, sem destino, sem consciência: ser livre é ser infinito em cada destino, é saber porque e para que voar naquela direção.
A liberdade propõe autonomia e habilita a sair das cavernas para abrir os olhos e ver as próprias oportunidades. A pessoa livre não depende, compartilha, não estende a mão para receber, sem trabalhar, porque é um ser inteligente capaz de superar, avançar, aprender, produzir. A liberdade é a mãe da igualdade: ela não sustenta a pobreza, ela socorre na fome emergencial, mas ensina seus filhos a pescar.
A liberdade mobiliza, não paralisa. Ela inclui. Jamais exclui alguém pela raça, pela camada social, pela etnia, pela fé que professa, pelo pensamento político/ideológico. A liberdade põe de pé, dá energia para concorrer e vencer, chegar junto, sem deixar pessoas clamando na beira do caminho eternamente.
A liberdade não censura, não se desculpa, não discrimina, ela ensina o discurso e a postura dos iguais perante a lei e canta junto o hino cívico, sem interferência de apartheid. A liberdade é o espelho onde se mira a responsabilidade.
A liberdade é atributo do ser humano. Ela não aceita máscara, mentira, submissão, nem tem medo da verdade, porque só a verdade liberta.
Ser livre é não estar comprometido com nenhum tipo de constrangimento e nem estar carimbado por siglas que reduzem a velocidade no caminho da paz. Para ser livre há sacrifícios e não guerra!
Ser livre não é impor conceitos, filosofia, ideologia, religião, política. Ser livre é ter sabedoria para viver a verdade sem atropelar o tempo e o espaço, no limite do outro. Quem impõe não sabe o que é liberdade. Quem apoia a servidão, a escravidão, o sequestro de ideias ou se regozija com a prática de manter pessoas reféns de qualquer projeto político, tem discurso provisório e frágil de liberdade. Finge-se libertador.
"...Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda..." Cecília Meirelles.
Boechat, Ivone. Escola Comunitária, Escola de todos. Edição na CNEC Nacional - 2ª ed.pg 100 – Brasília-DF 1990